De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil é o quarto país com mais acidentes de trabalho, atrás apenas da China, Índia e Indonésia; somente em 2021, o país registrou 2,5 mil óbitos e 571,8 mil Comunicações de Acidente de Trabalho (CATs). Os dados são alarmantes e reforçam a importância de investir em segurança do trabalho.
Embora este seja um assunto recorrente em diversos níveis – de pequenas empresas a multinacionais -, ainda existem aquelas que enxergam a prevenção de acidentes como um custo a mais. E é aí que mora o perigo!
Na teoria, investir em segurança do trabalho é essencial para quem deseja perenizar o negócio e estar em conformidade com as normas e leis. Há, inclusive, um conjunto de regras pré-determinadas por órgãos competentes que visam minimizar os acidentes, reduzir doenças ocupacionais, proteger a capacidade de cada funcionário e muito mais.
Mas, engana-se quem acredita que o colaborador é o único beneficiado nesse cenário. Quando falamos em segurança no trabalho, há ganhos em termos de credibilidade, confiança de mercado, produtividade e, claro, redução de riscos e custos – sim, custos! Afinal, doenças ocupacionais e acidentes geram indenizações, multas e sanções – incluindo paralisação – para o empresariado. Um grande impacto econômico, social e ambiental.










