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NR-16: Tudo o que Você Precisa Saber sobre Atividades Perigosas

Entre as Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e Emprego, a NR-16 ocupa um papel essencial ao definir quais atividades e operações são consideradas perigosas e estabelecer os critérios para o pagamento do adicional de periculosidade.

Além de proteger os trabalhadores, o cumprimento da NR-16 contribui para evitar passivos trabalhistas, autuações pelos órgãos fiscalizadores e danos à reputação da empresa.

Neste guia completo, você entenderá o que é a NR-16, quais atividades são consideradas perigosas, quem tem direito ao adicional de periculosidade, quais são as responsabilidades das empresas e como aplicar a norma de forma correta.

Como inspecionar um cinturão e talabarte de segurança antes do uso

Saber como inspecionar um cinturão e talabarte de segurança antes do uso é indispensável e pode salvar vidas. O cinturão de segurança e o talabarte são responsáveis por integrar o Sistema de Proteção Individual contra Quedas (SPIQ) e, quando apresentam danos ou falhas, podem comprometer sua eficiência em um momento crítico.

A Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35), que trata do trabalho em altura, determina que os equipamentos utilizados sejam inspecionados antes do uso e mantidos em condições adequadas de funcionamento. Essa verificação leva apenas alguns minutos, mas pode prevenir acidentes graves e até fatais.

Neste guia, vamos te apresentar como realizar uma inspeção completa do cinturão e do talabarte de segurança, quais sinais indicam que o equipamento deve ser retirado de uso e quais boas práticas ajudam a preservar sua vida útil.

Quanto custa um acidente de trabalho para a empresa?

Quando ocorre um acidente de trabalho, qual é o verdadeiro prejuízo para a empresa? Muito além de despesas médicas ou afastamentos, um único acidente pode gerar custos diretos e indiretos que comprometem a produtividade, a reputação e até a continuidade das operações.

Despesas médicas, afastamentos, multas, processos trabalhistas, paralisações na produção e danos à reputação são apenas alguns exemplos. Em muitos casos, os custos indiretos superam em várias vezes os gastos imediatos decorrentes do acidente.

Neste artigo, apresentaremos quais são os principais custos de um acidente de trabalho, como eles impactam o negócio e por que a prevenção é sempre o investimento mais inteligente.

Capa de chuva: PVC ou nylon? Qual a diferença? Como escolher?

Escolher a capa de chuva certa vai muito além de evitar que a roupa fique molhada. Dependendo do ambiente de trabalho, da intensidade da chuva, do tempo de exposição e da atividade realizada, o material da capa impacta diretamente na proteção, no conforto, na durabilidade e até na produtividade do trabalhador.

Entre os modelos mais comuns do mercado, duas opções se destacam: capa de chuva em PVC e capa de chuva em nylon. Mas afinal, qual é a melhor? Existe diferença na impermeabilidade? Qual dura mais? Qual oferece melhor custo-benefício?

Neste guia completo, vamos te explicar as características de cada material, suas vantagens, limitações e como escolher a melhor capa de chuva para cada necessidade.

Acidentes de Trabalho Mais Comuns e Como Evitar

Os acidentes de trabalho mais comuns continuam sendo um grande desafio para empresas e trabalhadores em todo o Brasil. Além dos impactos na saúde física e mental dos profissionais, essas ocorrências geram afastamentos, redução da produtividade, custos operacionais e problemas legais para as organizações.

Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o Brasil registrou mais de 724 mil acidentes de trabalho em 2024. Desse total, 74,3% foram acidentes típicos, ou seja, ocorridos durante a execução das atividades profissionais.

Neste artigo, vamos te apresentar os acidentes de trabalho mais comuns, para te auxiliar a entender suas causas e descobrir estratégias eficazes para prevenir ocorrências no ambiente corporativo.

Equipamento autônomo de respiração: O que é, para que serve e como utilizar?

O equipamento autônomo de respiração (EAR) é um EPI essencial em ambientes com fumaça, gases tóxicos, deficiência de oxigênio ou substâncias perigosas suspensas no ar.

Afinal, a proteção respiratória pode ser determinante para preservar a vida dos profissionais. O que faz com que o EPI seja amplamente utilizado por bombeiros, profissionais da indústria química, petroquímica e de outras áreas.

Dada a importância do equipamento autônomo de respiração, nós apresentaremos a seguir o que é esse EPI, para que ele serve, como funciona, quais são suas aplicações, vantagens, normas regulamentadoras e como utilizá-lo corretamente. Esclareça todas as suas dúvidas antes de efetuar a compra.

Queda de altura: principais causas de acidentes e medidas preventivas

A queda de altura está entre as principais causas de acidentes graves e fatais em diversos setores econômicos. Especialmente na construção civil, indústria, manutenção predial, telecomunicações e energia elétrica. Segundo a Norma Regulamentadora NR-35, o trabalho em altura é toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior, onde exista risco de queda.

Além das consequências humanas, os acidentes envolvendo queda de altura geram afastamentos, custos trabalhistas, processos judiciais, perda de produtividade e danos à reputação das empresas. Por isso, a prevenção deve ser tratada como prioridade estratégica dentro da gestão de segurança do trabalho.

Dada a importância da preservação das equipes, vamos abordar o que caracteriza a queda de altura, quais são as principais causas dos acidentes, os riscos e as medidas preventivas eficazes para adotar em seu negócio.

EPIs para Serralheiro: Quais são os principais e para que servem

EPIs para Serralheiro: Quais são os principais e para que servem

Os EPIs para serralheiro são indispensáveis para garantir a segurança de profissionais que trabalham diariamente expostos a riscos como cortes, queimaduras e ruídos excessivos.

Em atividades de serralheria, o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual não é apenas uma recomendação. Afinal, é uma exigência prevista pelas normas regulamentadoras do trabalho, especialmente a NR-6.

Neste guia completo, vamos esclarecer quais são os principais EPIs utilizados na serralheria, para que cada equipamento serve, quais riscos eles evitam e como escolher os modelos ideais para cada atividade. Confira tudo a seguir e beneficie a segurança de sua rotina de trabalho.

Como identificar um EPI falsificado e evitar riscos no trabalho

Como identificar um EPI falsificado e evitar riscos no trabalho

Com a alta demanda por equipamentos de proteção, também aumentou a circulação de EPIs falsificados no mercado. Esses produtos colocam em risco a saúde dos trabalhadores, comprometem a segurança das operações e ainda podem gerar sérios problemas legais para as empresas.

Muitas vezes, um equipamento falsificado possui aparência semelhante ao original, mas não oferece a proteção necessária em situações críticas. Isso significa que um simples detalhe pode resultar em acidentes graves, afastamentos, multas e prejuízos financeiros.

Por isso mesmo, vamos te explicar como identificar EPIs falsificados, quais são os principais sinais de irregularidade, como validar a autenticidade dos equipamentos e quais cuidados tomar para evitar riscos no trabalho.

Uniforme NR10 Eletricista: Com refletivo ou sem? Risco 1 ou Risco 2?

Uniforme NR10 Eletricista: Com refletivo ou sem? Risco 1 ou Risco 2?

Escolher o uniforme NR10 eletricista correto vai muito além de cumprir uma exigência legal. Trata-se de uma decisão diretamente ligada à segurança do trabalhador, à redução de acidentes e à conformidade com normas técnicas nacionais e internacionais.

Todavia, é natural ter dúvidas durante a compra, como o uniforme precisa de faixa refletiva? Qual é a diferença entre tipo 1 e tipo 2? E como saber se o uniforme realmente atende à NR10?

É por isso que desenvolvemos um guia completo, visando te auxiliar a entender tudo sobre o assunto e descobrir como escolher o melhor uniforme para cada tipo de atividade elétrica.