Máscaras PFF3 ou PFF2: saiba qual usar

Com o avanço da pandemia de Covid-19, a utilização e eficácia das máscaras PFF3 e PFF2 se tornaram tema de debate, especialmente porque a utilização do equipamento é fundamental no combate à doença.

Você já deve ter visto pessoas na rua usando máscaras PFF3 ou PFF2, que parecem uma concha, com elásticos na orelha ou atrás da cabeça. Mas, com o avanço da pandemia de Covid-19, a utilização e eficácia delas se tornaram tema de debate, especialmente porque a utilização do equipamento é fundamental no combate à doença.

Em primeiro lugar, é importante entender o significado de PFF: Peça Facial Filtrante. O termo se refere a um meio filtrante responsável por não deixar os contaminantes do ambiente entrarem em contato com o sistema respiratório do usuário.

Isso significa que PFF2 e PFF3 são os nomes dados a tipos de respiradores, também considerados um Equipamento de Proteção Individual (EPI). Apesar de serem similares fisicamente, elas têm funções diferentes, seja no combate à Covid-19, seja no enfrentamento dos riscos à saúde de um determinado profissional. 

Para quê servem as máscaras PFF3 e PFF2?

Reconhecer os riscos de um ambiente nunca foi tão importante para garantir a prevenção e proteção das pessoas. Isso porque, muitas vezes o ar parece estar puro e, na verdade, está cheio de partículas perigosas.

E é justamente nesses casos que a utilização das máscaras é fundamental para evitar o contato com poeiras, névoas, fumos, entre outros contaminantes, incluindo vírus e doenças. Entenda sobre cada uma delas:

PFF2/N95

Com eficácia de 94%, a PFF2 tem penetração máxima de 6%. O modelo é altamente indicado para casos onde há contato com poeiras e névoas não oleosas, que não emitam gases e/ou vapores, fumos metálicos ou plásticos, entre outros.

PFF3

Ideal para combater elementos altamente tóxicos e/ou de toxidez desconhecida, sua eficiência é de 99,7%. O EPI promete proteger as vias respiratórias, por exemplo, contra poeiras, tais como sílica, processamento de minerais, arsênio, berílio, prata, platina, chumbo, cádmio, algodão e muito mais.

Indicação de máscaras PFF3 no combate à Covid-19

Com o aumento no número de casos de coronavírus no Brasil, a substituição das máscaras de tecido tem sido altamente recomendada por modelos mais técnicos. Mas, afinal, como escolher entre as máscaras PFF3 ou PFF2?

Facilmente encontradas em lojas de EPI ou de construção, as máscaras PFF2 são comuns entre os profissionais de saúde e ideais para quem não pode ficar em casa e precisa estar em ambientes com alto risco de contaminação. 

Com ajuste rente ao rosto, ela promete uma vedação quase que completa e protege muito mais o corpo em relação ao coronavírus.

Ainda que não possam ser colocadas na máquina de lavar, elas devem ser reutilizadas de forma segura. Com alta durabilidade, basta deixar que o modelo ventile em um varal, como já descrito neste post.

Por outro lado, as máscaras PFF3 têm uma alta capacidade filtrante, mas oferecem mais resistência à respiração, tornando o processo mais exaustivo. Com isso, as trocas acabam sendo mais frequentes em menos tempo de uso, uma vez que o material filtrante tende a entupir. 

Outro ponto é que as máscaras PFF3, ao contrário da anterior, tem um valor de mercado muito mais alto, justamente pela sua ação contra partículas altamente tóxicas. 

De um jeito ou de outro, é importante notar que em ambos os casos, quando utilizados em ambiente hospitalar ou contra um agente patológico, as máscaras não devem possuir válvula, uma vez que o elemento protege o próprio usuário, mas não as outras pessoas.

No geral, as máscaras PFF3 e PFF2 são fundamentais em indústrias e outros processos. Contudo, como acontece com outros equipamentos, elas devem ser manuseadas com cuidado, mantendo boas condições de uso e conservação, para garantir mais qualidade e segurança.

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